Tenistas de Caxias do Sul querem aproveitar fator local no Banana Bowl


Amanda Oliveira Crédito: Thiago Parmalat

Amanda Oliveira
Crédito: Thiago Parmalat

Aproveitar o fator local é um dos objetivos dos caxienses Gustavo Tedesco e Amanda Oliveira para fazer uma boa campanha no 47º Banana Bowl, que acontece até o próximo domingo (12), nas quadras do Recreio da Juventude. Além dos 16 e 14 anos, o mais tradicional torneio da América do Sul conta com a realização, em Caxias do Sul, da categoria 12 anos, chamada de Bananinha, além dos 11, 10, 9 e 8 anos, conhecidos como Tennis Kids. Os 18 anos está sendo disputado na Sociedade Recreativa Mampituba, em Criciúma, Santa Catarina.

Número 6 do ranking nacional na categoria 12 anos – até a semana passada ele liderava a lista – Gustavo Tedesco vai jogar, literalmente, em casa, já que treina no Recreio da Juventude. Apesar de já ter disputado diversas competições nacionais e internacionais, esta é a sua primeira participação no Banana Bowl. “É uma sensação incrível estar num torneio deste porte onde eu treino todos os dias. Apesar da pressão de jogar na frente de familiares e amigos, sempre é bom atuar em casa. Também ajuda na logística de treinos, descanso, sem a necessidade de viajar. Consigo me preparar melhor”, pondera. O gaúcho sabe que tem adversários fortes, mas acredita que pode ser campeão. “Quero vencer na frente de todos aqueles que me apoiam”, diz ele, que joga desde pequeno inspirado em seu pai, Joceli dos Santos, seu treinador e grande incentivador. “Também me espelho no Federer pelo talento e no Nadal pela vontade, ele não desiste nunca”.

Para Fábio Feijó, outro dos técnicos de Tedesco no Recreio da Juventude, o Banana Bowl será um dos grandes testes no semestre para saber sua potencialidade. “Vamos sentir o momento dele nestes primeiros torneios do ano. Caso consiga bons resultados, no segundo semestre, apesar de não ter idade, vai tentar a sorte na categoria 14 anos”, projeta. Feijó acredita que a principal qualidade do seu pupilo é a coragem. “Ele é muito forte mentalmente, não espera o adversário errar. Toma a iniciativa na maioria dos pontos. Isto faz a grande diferença”, considera o técnico.

NÍVEL TÉCNICO – Outra tenista que joga em casa é Amanda Oliveira, 11, que venceu a edição 2016 do Banana Bowl nos 12 anos, categoria onde encerrou a temporada passada na liderança do ranking. Seus objetivos são diferentes para este ano. Ela quer testar seu nível técnico jogando uma categoria acima. Sua estreia aconteceria ainda na terça-feira (07), contra a paraguaia Paloma Caceres Villalba. “Já joguei quatro torneios nesta temporada na categoria 14 anos. Conquistei dois títulos e cheguei a outras duas finais. Mas sei que o nível aqui é diferente. Fora as brasileiras, há também muitas estrangeiras e poderei sentir a condição do meu jogo”, explica. Para Amanda, que aparece em quarto lugar no ranking nacional, é um prazer jogar em casa. “Tomara que haja mais torneios assim aqui em Caxias do Sul. E espero que tenha bastante gente torcendo por mim. Vou dar o meu melhor”, promete a jogadora que treina na Academia Bohrer, com o técnico Paulo Juninho.

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