Beatriz Haddad Maia, Laura Pigossi e Thiago Monteiro estreiam tentando confirmar favoritismo no 42º Banana Bowl


Entre os favoritos na disputa pelo título do 42º Banana Bowl, três brasileiros estreiam apenas nesta terça-feira após saírem adiantados como cabeças de chave na primeira rodada. O cearense Thiago Monteiro é o principal nome da chave masculina, enquanto Beatriz Haddad Maia e Laura Pigossi tentam levar a melhor em uma equilibrada chave feminina.

Marcelo Ruschel / POA Press

Para Laura Pigossi, a edição deste ano do Banana Bowl é especial por ser a última, já que a tenista completa 18 anos em 2012 e terá de passar a jogar apenas nos torneios profissionais, deixando o juvenil para trás em um momento no qual é uma das 50 melhores do mundo na categoria.

“Eu sou de 1994, esse é o meu último Banana. Fico meio até triste, mas é bom, já faz tempo que estou jogando juvenil”, afirma Laura Pigossi, que tem o desejo de ser a responsável por quebrar o jejum de 21 anos sem títulos de brasileiras na chave de 18 anos. “Já faz um bom tempo, mas vou tentar ser campeã dessa vez na minha ultima chance. Acho que todo mundo joga bem, mas todas são ganháveis”, completa.

Laura Pigossi joga a primeira partida da quadra central nesta terça-feira, às 9h, contra a italiana Candelaria Sedano-Acosta. Logo em seguida quem entra na quadra central é Beatriz Haddad Maia, atleta do Projeto Olímpico Rio-2016, que enfrenta a norte-americana Louisa Chirico. Bia ainda volta a jogar após as 14h nas duplas ao lado da paraguaia Montserrat Gonzalez, ao lado de quem foi campeã na etapa paraguaia da Gira Cosat.

“Treinei bastante, consegui jogar bem essa semana e estou preparada para enfrentar qualquer menina aqui e ir bem no campeonato. Na semana passada consegui jogar tranquila e feliz”, afirma Bia.

O último jogo de simples da quadra central será do cearense Thiago Monteiro, atleta do Projeto Olímpico Rio-2016. O brasileiro enfrenta o italiano Pietro Licciardi na busca pelo título da categoria 18 anos do Banana Bowl, evento que considera especial.

“Estou bem preparado, venho preparando bastante. Joguei bons jogos em Floripa no challenger (Aberto de Florianópolis). Vou seguir o mesmo foco no torneio que é muito importante para mim, tem um valor pessoal  e espero fazer uma boa campanha”, afirma Monteiro, que não se sente pressionado como cabeça de chave número 1.

“Eu procuro não me pressionar. É um torneio importante, mas vou procurar jogar como joguei em todos os torneios juvenis e profissionais. Vou dar o meu máximo em cada ponto e vamos ver o que dá no final”, finaliza o número 3 do mundo no ranking juvenil ITF.

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